segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Peraí, tem que deixar de molho...

Entro na lavanderia do meu apartamento e vejo uma pilha de roupa suja no chão. Isso significa duas coisas. Primeiro que eu preciso comprar um cesto. Segundo que eu preciso dedicar mais tempo aos "afazeres do lar". Sim, eu me tornei "do lar". Profissão? Do lar. Nossa casa nos exige tempo, e se não dedicamos tempo a ela, as coisas ficam feias. Fedidas. Preciso também administrar uma geladeira, o que, pra mim, é das tarefas mais ingratas. E depois de eliminar a roupa suja da lavanderia tem outra pilha no quarto!!!

Me dei conta que a última vez que eu lavei roupa foi um pouco depois do meu aniversário... praticamente na mesma época da minha última postagem, ora. É, falta tempo para fazer algumas coisas, sobra para outras. Eu não sou apenas do lar, eu sou empresário, e quem sabe de sucesso, se meu esforço permitir que a Phosphoros tome seu rumo!

Aliás, ao sair daqui, dê um pulinho em www.cineronda.com.br, confere as novidades do mundo do cinema. Aos poucos o site vai crescer, promessa, assim como meus dotes culinários. O importante é fazer de tudo um muito, e não esquecer dos detalhes, pois eles fazem uma grande diferença. Regar as plantas, e não deixar nada pra trás.


Tá, eu confesso. Eu tava me divertindo ao invés de escrever. Azar, eu gostei.



Agora tem que baixar essa barriga. Começo ainda hoje!

Bring your angels along, spread your wings and fly.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

China Food

Não é por estarmos em meio a Jogos Olímpicos que eu vou a restaurantes de comida chinesa. Tenho em casa, mesmo com uma família italiana, o costume de comer Frango Xadrez, por exemplo.
Porto Alegre conta com diversos restaurantes chineses, como o vizinho Thongai, o Nanking, provavelmente o primeiro que eu visitei, e o Cheung Lung, que fica no Menino Deus.
Eu ainda lembro quando minha mãe chegou em casa e falou assim "vamos almoçar num chinês novo que abriu aqui na Getúlio?". O era início da década de 90, estavamos há pouco tempo em Porto Alegre, e almoçar fora era uma novidade.
Dezessete anos se passaram, e semana passada estive lá, como venho fazendo desde então. É curioso... não canso daquele cardápio que não muda desde então... eu também não mudei, me sirvo dos mesmos pratos, da mesma carne de porco, do mesmo camarão frito, do frango xadrez, da carne...
Certas coisas fazem parte do passado, não mudam, mas acompanham a gente até o presente. Sinto o gosto só de pensar.
São quase duas décadas de costume.
Bring your angels along. Spread your wings and fly.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

The day after!

Cometi uma injustiça, mas a nossa cabeça muitas vezes faz isso... 2005 foi o ano em que comemorei meu aniversário com meu pai. Acho que foi a única vez. Primeira vez também que tomei vinho branco, português.

Nos meus trinta, ontem, consegui reunir quatro dos meus eternos amigos, Pablo, Diego, Felipe e Éverton, pela ordem, no Walter. 


Eu me orgulho de dizer que infelizmente tenho hoje pessoas queridas espalhadas por Londres, Tokyo, Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis, Gramado, São Leopoldo... estão dominando o mundo!! Não posso culpar ninguém pela ausência!

A distância me separou de outras tantas figuras que eu gostaria de ter por perto nesse dia, mas tudo bem... quem sabe semana que vem? Ou no outro fim de semana?

Bring your angels along! Spread your wings and fly!

terça-feira, 12 de agosto de 2008

1978


Aniversário. É o trigésimo.
Do primeiro eu tenho as fotos, enviadas como convites e lembrancinhas para os amigos da família. Eu, particularmente, não lembro de ter chamado ninguém pra festa.
Do segundo nada... do terceiro não lembro. O quarto foi depois da derrota para a Itália, na copa, então não deve ter sido um festão. Tenho lembrança de uma festa no jardim de infância, com uma galera... mais lembrança fotográfica que de cheiros, gostos. Mais ou menos por aí eu tive um festão na Sociedade Leopoldense de Orquidófilos com goleiras e tudo. Foi muito divertida.
Seis, sete, oito anos? Não lembro quando foi...
Aos dez meu primo enchia a boca de chiclete. Tanto que não conseguia mastigar. A onda era barba. Meus tios estavam meio barbudos.
Onze, doze, treze... teve um ano que a situação tava feia, minha mãe, com muito esforço, comprou uma tv pra mim. Com controle remoto e tudo. Coitada, deve ter feito em umas 24 prestações. Acho que era em 90, 12 anos...
Em 92 eu me recuperava de uma mordida de cachorro. Em 93 eu não lembro. Noventa e quatro meu aniversário foi voando para os Estados Unidos, em vôos sem nenhum conhecido, entre Miami, Detroit e Spokane. Cheguei no estado de Washington as 23:20, fui dormir 01:30.
Noventa e cinco foi o reencontro com a família.
96 era o sonho da carteira de motorista, mas foi melhor que isso. Um bolo de aniversário no Japão, com o Carlos Alberto, que fazia no dia 15, e mais uma delegação tricolor.
Noventa e sete foi o ano pra esquecer, 98 fiz uma festa de aniversário com 250 convidados e só a minha namorada foi, 99 eu assoprei velinhas em São Leopoldo. 2000 também.
Em 2001 meus amigos queridos me jogaram na piscina, o Reginaldo tentou pegar a namorada dum cara que se atrastou, e quando o Regi preparava o movimento, ele chegou, uahuauhauha. Muito bom!
Dois mil e dois a festa foi na formatura, dois mil e três eu não lembro. Dois mil e quatro rolou festa, mas eu não lembro se foi neste ano que fiz junto com a Rosália... 2005? 2006 eu trabalhei das 5 da manhã até as 3 da manhã do dia seguinte... passei cobrindo a fila de torcedores que tentava comprar ingresso para a final da Libertadores, no Beira-lago.
Dois mil e sete passei em casa, vendo tv.
Trinta anos. Minha mãe me disse que eu sou adotado, que ela não tem idade para ter um filho de 3o anos... É estranho lembrar de coisas pontuais, nem todos os aniversários me marcaram. Todos têm uma história, em alguns eu prefiro não me aprofundar para não levantar alguma tristeza, alguma poeira que pode ficar sob o tapete. Mas em trinta anos tenho muita história pra contar. É bom parar e analisar o tempo. Ele passa. 
Bring your angels along. Spread your wings, and fly...