sábado, 22 de novembro de 2008

A vice-campeã

Os mais chegados sabem qual a descoberta do ano da minha vida.

Pizza de frigideira. Melhor que qualquer tele-entrega, melhor que qualquer pizza congelada, é a pizza de frigideira. Massa fininha, pode ser integral também, pra quem preferir. Com ela é possível fazer a receita que você mais gostar, em 3 minutos ela está pronta. Deliciosa. Com muito queijo, com lombo, com rúcula, tomates secos, gorgonzola, enfim.

Recentemente, em mais um dos rituais para partidas do tricolor, fui convidado pelo Regi para assistir ao embate na casa do grande chefe dele. O churrasco já tava combinado, eu não fui de furo. O grande chefe dele que decidiu transferir o churras pra sua própria residência.

Bom, não vou entrar no mérito do jogo, foi um fracasso, mas tive a descoberta vice-campeã do ano. 

Não que eu fosse estranho ao Régis, dono da casa, pelo contrário. Há quase 10 anos esporadicamente jogamos futebol juntos. Com todo respeito, não lembro de ter sido "vazado" por ele, jogador de imposição física, mas pouca técnica. Praticamente o Morales, mas com descendência européia. Mas voltando ao assunto, eu era o único do grupo que não trabalhava na Escala, agência de publicidade. Assim sendo fiquei mais no canto, devorando a boa e velha Sol mexicana e alguns petiscos - pistache e um salgadinho delicioso fantástico maravilhoso impressionante.

O que acontece é o seguinte. Esse salgadinho, uma batata assada, e não frita, era espetacular. A minha mão não saia de dentro do pratinho. Tive que alongar o tríceps depois, tamanho o vai e vem até a batata. No entanto, caro amigo, o constrangimento de detonar não só os salgadinhos, sozinho, mas também as cervejas me fez não perguntar o que era que eu estava comendo.
Passou o tempo, passou o jogo, comemos asinhas de frango muito supimpas, tomamos uma sacola de gols, enfim, e eu fui embora emburrado pela derrota - eu não havia perguntado - nem descoberto - o que havia comido.

Passado um mês entro no supermercado mais próximo à casa do Régis, e penso, ora pois, é por aqui que eles fazem as compras de casa, só pode... vamos atrás dessas gostosuras...
Entre a desordem daquele Nacional da Encol, acho, entre uma e outra gôndola, a salvação da lavoura... a vice-campeã... Elma Chips Sensações Ao Forno Sabor Queijo e Especiarias.

Meu
Deus
Que
Maravilha
Eu nunca fui muito de salgadinhos, acho Ruffles, por exemplo, um horror. Pringles é muito boa também, mas esta tal de Elma Chips Sensações Ao Forno Sabor Queijo e Especiarias é fora de série.
Acabo de detonar mais um pacote.

Preciso voltar urgente pra academia, pra dar mais fome, ehehe...

Bring your angels along. Spread your wings and fly.

Apetite. Nada como ter apetite.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Consumação pra quê?

Eu sou de um tempo em que a gente se perdia quando a consumação era de R$ 25. Sério. Era muita bebida. Com R$ 10, R$ 15 já tava bom... mas não... no Santa Mônica a consumação era R$ 25.
Calma. Dez anos atrás o Santa Mônica era muito legal. Confesso que não vou há pelo menos 6, mas dizem que o público mudou. Eu acredito. A gente bebia tanto lá que aquela galera deve estar se curando de cirroses por aí.

Com 20 anos, no início da faculdade, estávamos começando a experimentar bebidas. Nunca fui um cara de outras drogas. Álcool apenas. A maioria dos meus amigos também.

E se era pra beber, a gente bebia. De tudo. Tequila, Malibu, Cerveja, Chopp, Whisky nacional, Whisky importado (viva o Collor), Whisky "colonial" (viva o Forasteiros), Rum, Vodka, Cachaça, Conhaque, Espumante, Vinho, Absinto e todos os seus derivados e misturas.

Quanto mais diversificado - e acessível - o cardápio melhor.





Eu particularmente me tornei fã de Tequila, inclusive já estive na cidade que dá nome à bebida, no México, e Bourbon, ainda tenho vontade de ir ao Tennessee, onde é feito o Jack Daniels.

O tempo passou, a seleção natural fez com que as escolhas fossem feitas por um ou outro atrativo. Hoje bebo Mojitos, um ou outro licor, inclusive Aqwa, uma bela descoberta feita há pouco no exterior, mas não deixo de me surpreender com a criatividade das pessoas para se divertir e variar bebidas.

Ontem fui ao supermercado, onde escolhi uma caixa de água de côco para ter em casa. O tempo muda, a gente se torna mais saudável. Ao chegar mais perto da Manu com o carrinho escuto "ótima idéia meu amor! Com vodka fica excelente!"

Ainda bem que agora posso beber sem a preocupação de voltar pra casa. Meu cardápio está pra lá de variado. E sem consumação mínima.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Xis com Bis

Esse título explica muito do meu sumiço aqui no blog. Foi meu almoço, hoje, cinco da tarde, em Capela de Santana.

Minha rotina tem sido assim. De um lugar ao outro, comendo o que dá pra comer entre duas noites de paz. Sim, isso eu tenho feito com tranquilidade. Deitado na minha cama, sonhado com os bons momentos que tenho vivido. E reencontrado meus sonhos também. Fazia tempo que eu não sorria até nos sonhos. Acho que é por dormir feliz e sorrindo, e acordar com a mesma perfeição.

Nos últimos 10 dias fiz, de carro, mais de 3.000km. No meu roteiro Florianópolis, Gaspar (SC), Curitiba, Montenegro, Taquari, Canela, Gramado... Capela de Santana.

São clientes, prospecções, parcerias, mudanças, alegria, cansaço. Aos poucos a vida toma seu rumo, ou, meu rumo, definitivamente um novo rumo. Dormir e acordar feliz, ao lado de quem está se integrando a uma nova vida ao meu lado tranquiliza e faz sonhar. Nos dá mais disposição para trabalhar.

Mesmo que o almoço seja fora de hora, e nem sempre o que foi recomendado pela nutricionista.